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terça-feira, 29 de dezembro de 2020
segunda-feira, 6 de março de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Trilha sonora de 2017
Queridas e queridos,
Elegi esta linda música, esta poesia pura como a trilha sonora da minha vida em 2017!
É uma obra de arte perfeita para os meus 40 anos... E será o mote dos meus próximos anos...
Simplesmente, fantástica, forte, inspiradora, tocante, emocionante e ideal para continuarmos caminhando...
Abraços apertados e beijos estalados, Lê
Elegi esta linda música, esta poesia pura como a trilha sonora da minha vida em 2017!
É uma obra de arte perfeita para os meus 40 anos... E será o mote dos meus próximos anos...
Simplesmente, fantástica, forte, inspiradora, tocante, emocionante e ideal para continuarmos caminhando...
Abraços apertados e beijos estalados, Lê
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Leandra Migotto Certeza - escritora, jornalista e consultora
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04:02
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Leandra participa de debate no Centro de Pesquisa e Formação do SESC - SP durante a Semana Inclusiva
Discussão sobre as questões como estigma, imagem, preconceito e aceitação.
A atividade propõe a exibição dos filmes: "Mãos Dadas" (Espanha/2014),
"O Entrevistador" (Australia/ 2012) e "A Onda Traz, O Vento Leva" (Brasil/2012) seguida por debates.
O encontro faz parte da Semana Inclusiva!
Tradução em Libras disponível.
Faça sua solicitação no ato da inscrição,
com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.
Sobre os filmes:
"A onda traz, o vento leva"
Diretor: Gabriel Mascaro
Brasil / 2012
Brasil / 2012
Rodrigo é surdo e trabalha numa equipadora instalando som em carros.
O filme é uma jornada sensorial sobre um cotidiano marcado por ruídos,
"mãos dadas"
Diretor: Ignacio Tatay
Espanha / 2014
Espanha / 2014
Quando uma garota se deixa levar pelo desejo de beijar um completo estranho no ônibus,
não poderia supor de quão completamente estranho ele é.
Após uma reviravolta inesperada, ela terá que tomar uma atitude para
corrigir a situação em que colocou os pés pelas mãos.
Tudo isso sob os olhares atentos dos demais passageiros.
Um filme leve e denso ao mesmo tempo, que fala de amor,
"o entrevistador"
Diretor: Genevieve Clay-Smith
Australia / 2012
Australia / 2012
Thomas Howell consegue muito mais do que foi buscar em uma
entrevista de emprego em um importante escritório de advocacia:
um insulto sobre sua gravata, uma rendição de Harry Potter,
e a chance de mudar as vidas de um pai e seu filho.
Palestrantes
Leandra Migotto Certeza
Jornalista, palestrante e consultora em inclusão de cidadãos com deficiência e diversidade. Coordenadora da Caleidoscópio Comunicações - Consultoria em Inclusão e Assessora de Imprensa Voluntária na Associação Brasileira de Síndrome de Williams.
Rosana de Lima Soares
Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP. Professora no Departamento de Jornalismo e Editoração e no Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da mesma instituição.
Leonardo Feder
Cursou Jornalismo na USP. Mestre, pelo Departamento de Letras Orientais da USP, em uma pesquisa sobre fotógrafos de origem judaica.
Data:
04/12/2015
Dias e Horários:
Sexta-feira das 19hs às 21hs.
Local:
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar
Bela Vista - São Paulo.
Bela Vista - São Paulo.
Valores e Inscrições:
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Natal Solidário e Inclusivo
Lindos e emocionantes momentos maravilhosos, ao lado de crianças, jovens e adultos muito simpáticos e alegres que nos iluminaram neste Natal na comunidade do IPDA - Instituto de Pessoas com Deficiência do Anhanguera / SP.
Eu e Marcos apadrinhamos o garoto Bruno e ficamos felizes em podemos compartilhar presentes com muito carinho!
Álbum de fotos:
https://plus.google.com/u/0/112159460446979430045/posts
Eu e Marcos apadrinhamos o garoto Bruno e ficamos felizes em podemos compartilhar presentes com muito carinho!
Álbum de fotos:
https://plus.google.com/u/0/112159460446979430045/posts
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Infantilização, discriminação e preconceito
Descrição da imagem: cartum de Ricardo Ferraz onde se vê uma mulher gritando e apontando o dedo em riste para um outra mulher e diz: "E o nome dela? Ela tem quantos anos? Como o que? Toma remédio? Será que ela consegue?". O rapaz que conduz a moça na cadeira de rodas (ambos sorrindo, 'tranquilamente') diz para a mulher que grita: "É melhor perguntar para ela?".
quinta-feira, 2 de maio de 2013
“Nada sobre nós, sem nós”
Foto: Regina Atalla - participantes da reunião estratégica sobre a Convenção reunidos no hotel em São Paulo. Estão na foto: Regina Atalla, Jorge Márcio, Leandra Migotto Certeza, Katia Fonseca, Sérgio Santos, Anahi Guedes, Claudia Grabois, Lais Lopes, Tina Minkowitz, Solange Carvalho, Waldir Macieira, Suely Viola e Cleide Ramos Reis.
Por Leandra Migotto Certeza
“Nada sobre nós, sem nós”.
Ativistas em Direitos Humanos afirmaram em encontro que a Convenção da Organização Internacional das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência deve ser implementada com eficácia e eficiência, e monitorada ativamente pela sociedade civil com total autonomia e independência.
Mais de 40 pessoas se reuniram na cidade de São Paulo, de 17 a 19 de novembro, para discutir as melhores formas de implementação, fiscalização e monitoramento do documento mais importante em relação aos Direitos Humanos das Pessoas com Deficiência.
Para debater sobre o tema: “Avanços, Desafios e Participação da Sociedade Civil”, representantes de várias Organizações Não-Governamentais; líderes de movimentos sociais; juristas, promotores, procuradores, e advogados; além de comunicadores e representantes dos governos municipais, estaduais e federais conviveram em um espaço democrático e muito participativo. Juntos e juntas, pessoas sem e com deficiência física, auditiva, visual e intelectual apresentaram suas ideias e propostas, discutiram seus pontos de vista, e comentaram suas experiências, de forma clara e bem próxima da realidade cotidiana.
Todos e todas tiveram direito a voz ativamente e suas potencialidades e especificidades foram respeitadas. Intérpretes da LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais garantiram a participação de pessoas com surdez, e uma equipe de voluntários (muito bem qualificada) auxiliou quem precisou de apoio para se comunicar, e se locomover dentro e fora do hotel acessível fisicamente, apropriadamente escolhido pela RIADIS – Rede Latino Americana de Organizações Não-Governamentais de Pessoas com Deficiências e Suas Famílias – http://www.riadis.net/ e pela ONG Conectas – Direitos Humanos http://www.conectas.org, responsáveis pela realização do encontro.
Brasileiros e brasileiras de São Paulo, Salvador, Florianópolis, Rio de Janeiro, Brasília, Chapecó, Campinas, Campo Grande, Curitiba, se uniram aos ativistas da Costa Rica, Argentina, Guiné-Bissau, México, Guatemala, e Nova York, para apresentar as principais ações de seus países, sobre o documento ratificado ou não por seus governos e que, segundo eles e elas, precisa ser seguido à risca, por meio de políticas públicas ou movimentos sociais que exijam o seu total cumprimento.
“Nada sobre nós, sem nós” e “Da teoria à prática” foram os principais lemas. A grande maioria dos participantes acredita que as pessoas com deficiência precisam ser protagonistas de suas histórias com autonomia e independência, e que a Convenção deve sair do papel e passar para a prática das ações e, principalmente, por meio de políticas públicas eficazes e eficientes. “A Convenção foi feita em equipe e com união. O trabalho mais difícil começa agora: passá-la do papel para se transformar em ações práticas e objetivas. Por isso, esperamos que o Brasil seja um exemplo de promoção dos Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência”, afirmou Regina Atalla, presidente da RIADIS no Brasil.
Para Malak Poppovic, diretora da Conectas, “a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência precisa ser traduzida em fatos e efetividade. A sociedade civil está fazendo o seu monitoramento e apropriação do documento com o objetivo de efetivar seus direitos”. Para Luis Fernando Astorga Gatjens, do IIDI – Instituto Interamericano de Discapacidad y Desarrollo Inclusivo, a mudança mais importante que a Convenção traz é que todas as pessoas com deficiência do mundo, deixam de ser vistas pela sociedade como objetos de caridade e assistencialismo, para ser apropriarem integralmente de seus direitos com autonomia e, principalmente, protagonismo.
O que é a Convenção?
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência:http://portal.mj.gov.br/corde/, foi criada pela Organização das Nações Unidas e ratificada pelo Brasil, dia 12/08/2008, junto com seu Protocolo Facultativo, assinado em 01/08/2008. É o primeiro tratado internacional com status constitucional da história do Brasil. Portanto, é uma Emenda Constitucional! No total, 128 países a assinaram. O Brasil é o 34º país no mundo a ratificá-la e o 20º a assinar o Protocolo Facultativo junto com os países efetivamente comprometidos com os direitos das pessoas com deficiência.
O principal objetivo do documento, segundo o primeiro artigo, é “promover, proteger e assegurar o exercício pleno e eqüitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente”. Além do respeito por dignidade, são princípios do documento a não-discriminação, a plena e efetiva participação e inclusão na sociedade, o respeito pela diferença, a igualdade de oportunidades e a acessibilidade.
Um dos principais pontos da Convenção é o fato de o descumprimento de qualquer item que favoreça a inclusão das pessoas com deficiência passa a ser considerado discriminação. Isso inclui, por exemplo, a acessibilidade, seja por meio de ônibus adaptados ou legendas e áudio-descrição nos programas de televisão. Além disso, a partir da ratificação da Convenção as pessoas com deficiência não podem ter sua capacidade legal retirada. Em outras palavras, fica garantido o seu direito de votar, de assinar os próprios documentos e de administrar seus bens e recursos financeiros, por exemplo.
Urgência na efetivação dos direitos humanos.
Segundo os ativistas e as ativistas presentes no encontro, muitas conquistas foram alcançadas em relação aos direitos das pessoas com deficiência, porém, os desafios são cada vez maiores, devido a urgência de se atender às necessidades básicas de sobrevivência, principalmente nas regiões mais periféricas das cidades e nas zonas ruais. De acordo com o Censo de 2000, dos mais 24,5 milhões de brasileiros com alguma deficiência (seja física, auditiva, visual, múltipla, intelectual ou surdocegueira), quase 30% é miserável e têm escolaridade inferior a um ano. Infelizmente, no Brasil, deficiência e desigualdade caminham juntos.
Por isso, o objetivo foi multiplicar e disseminar as informações sobre a realidade de quem ainda nunca consegue ser visto e ouvido. Como o caso de uma jovem de 20 anos, com incapacidade motora cerebral (deficiência física que compromete, principalmente, os movimentos e a fala), relatado por Regina Atalla. Ela foi encontrada, na Bahia, em estado grave, e completamente abandonada, devido a falta de assistência social do governo. Nunca foi atendida por um médico, e muito menos frequentou uma escola. Viveu isolada, assim como várias pessoas com deficiência no Brasil e no mundo.
A institucionalização e o descaso dos governos e da sociedade foram um dos principais temas debatidos no primeiro dia. Tuca Munhoz, representante da Pastoral das Pessoas com Deficiência da Arquediocese de São Paulo afirmou que ainda existem mais de mil pessoas com deficiência na cidade vivendo completamente segregadas em instituições assistencialistas, e muitas vezes corruptas. Domingos João Montagna, representante da Fraternidade Brasileira de Pessoas com Deficiência, de Chapecó, lembrou que existe inúmeras pessoas abandonadas nas áreas rurais, sem qualquer acesso aos serviços de saúde, entre outros.
Cleide Ramos Reis, representante do Centro de Vida Independente da Bahia, afirmou que 8,5% da população com deficiência de 14,5% existente, estão em situação de pobreza multi-dimensional. Para ela é preciso haver políticas públicas eficazes que promova a inclusão, e para isso, as pessoas com deficiência devem ter acesso gratuito às ajudas técnicas básicas, como próteses, cadeiras de rodas, aparelhos auditivos, entre outras, além das tecnologias assistivas como legendas ocultas na TV, áudio-descrição e intérpretes de LIBRAS nas escolas, por exemplo.
Fonte: http://www.inclusive.org.br/?p=18103
Data: 02/12/2010
Data: 02/12/2010
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Experiências de trabalho inclusivo
Da transparência à visibilidade
Fonte: Rede SACI em 19/11/2003
Fábrica de vidros faz avaliações de rendimento iguais com todos os seus funcionários
Leandra Migotto Certeza*
SÃO PAULO/SP - Em 2000, quando iniciou o programa de empregabilidade de funcionários com deficiência, a fábrica de vidros Wheaton Brasil tinha apenas nove. Hoje, conseguiu aumentar qualitativamente para 124. Sendo que 49 tem deficiência física, 61 auditivo, 6 auditivo/físico, e 8 mentais. As parcerias com associações como APAE e a SERT, auxiliaram bastante as contratações, porém 70% foram admitidos graças às indicações dos próprios funcionários da empresa que conheciam alguém ou tinham algum parente com deficiência. "A falta de escolaridade foi resolvida com cursos de qualificação e flexibilização das funções. Apenas na àrea de fusão de vidros não temos funcionário com deficiência, por motivo de segurança. Mas, não fazemos nenhuma distinção no uniforme do funcionário pois acreditamos que todos devem tomar cuidado uns com os outros", declarou Luiz Fontana, gerente de Recursos Humanos.
Os treinamentos e/ou processos de seleção são feitos junto com os demais funcionários, assim como as avaliações de rendimento. Quando um funcionário não corresponde às necessidades da empresa recebe o mesmo tratamento, sendo ou não uma pessoa com deficiência, e é desligado do quadro caso seja necessário. Não tem uma postura assistencialista de reter o colaborador apenas por apresentar alguma deficiência.
Também não realizam reuniões específicas com esses funcionários e o chamado 'padrinho' (responsável por acompanhar por um tempo o deficiente mental na empresa) trabalha junto com o novo colega com deficiência somente quando necessário. E conforme o seu desempenho e ambientação dentro da empresa - pode, se necessário - deixar de acompanhar esse funcionário.
Desta forma, não agem com assistencialismo, e sim proporcionam autonomia e independência aos funcionários com deficiência.
"A visita do Ministério Público do Trabalho foi fundamental para alavancarmos o programa social da empresa. Constataram a seriedade do nosso trabalho, e nos incentivaram a apresentarmos o programa de inclusão em diversos seminários em vários Estados. Somos avaliados a cada seis meses pelo MPT e, por enquanto, estamos no caminho certo. E mesmo antes do prazo concedito por eles, já havíamos cumprido a Lei 8.213/91. Buscamos a qualidade nas contratações de todos os funcionários. Já até 'perdemos' grandes funcionários para outras empresas. Isso é gratificante para nós porque acreditamos na importância da responsabilidade social", concluiu Luiz.
Informações: Wheaton - e-mail: grh@wheatonbrasil.com.br ou tel: (0xx11) 4355-1834.
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Leandra Migotto Certeza - escritora, jornalista e consultora
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09:28
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