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terça-feira, 19 de março de 2013

Convite para publicar artigos sobre Síndromes

Caras leitoras e leitores do Blog Caleidoscópio, desde 2011, também sou jornalista free lancer da Revista Síndromes – Publicação Multidisciplinar sobre Desenvolvimento Humano da Editora Robles, dirigida por Ismael Robles. 

Por isso, convido vocês para a colaboração por meio de diversos artigos técnicos somente INÉDITOS com temas variados (escritos por profissionais e/ou estudantes de quaisquer áreas) dentro do assunto síndromes em geral. O destaque é para as síndromes mais raras e ainda desconhecidas, mas também abordamos outras síndromes mais discutidas. 

Nossas sessões são: Artigo tema da edição (sobre uma síndrome); 
Entrevista (com profissional da área sobre a síndrome tema da edição); 
Desenvolvimento (aspectos médicos ou psicológicos sobre a síndrome tema da edição); Reabilitação (aspectos médicos ou psicológicos sobre a síndrome tema da edição); Inclusão (tema livre sobre diversos aspectos: legislação, educação, cultura, habitação, acessibilidade, transporte, políticas públicas, esportes, lazer dentro do assunto síndromes); Reportagem (matéria sobre uma ONG); 
Artigo do Leitor (tema livre dentro do assunto da revista: Síndromes, Deficiências e/ou Doenças. É possível publicar resumos de teses acadêmicas, desde que sejam inéditas).


Especificações técnicas para publicação dos artigos: 5 ou 6 páginas de Word (artigos maiores poderão ser publicados, desde exista espaço na edição após análise da editora); letra corpo 12, tipologia Arial, entrelinhamento 1,5. Incluir 5 ou 6 referências bibliográficas, um mini-currículo (4 linhas com e-mail para contato e site) com foto em close (resolução para impressão) de cada um dos autores. 

É permitido mais de um autor (e/ou estudante atuante) por artigo de qualquer local do Brasil, desde que seguindo as solicitações técnicas. Enviar o arquivo salvo somente em Word.txt ou Word.doc e caso tenha qualquer tabela, gráfico ou imagem colocar dentro do próprio texto como imagem. Não enviar qualquer imagem em separado. 

Em contrapartida a Revista Síndromes poderá divulgar em suas páginas, até duas obras publicadas por cada autor do artigo. Para isso é preciso enviar imagem e título dos livros junto com cada mini-currículo (de 4 linhas) dentro dos mesmos padrões técnicos estabelecidos. Também enviaremos 2 exemplares de cortesia para os endereços de correio de cada autor.




Encaminhem os artigos e as sugestões de pauta para mim no e-mail: leandramigottocerteza@gmail.com ou liguem para maiores informações: (11) 98697-9067. 

A publicação é comercializada por meio de assinaturas no site: http://revistasindromes.com.

Conheçam a revista lendo gratuitamente uma edição no site Caleidoscópio Comunicações:

https://sites.google.com/site/leandramigotto/revista-sindromes

Liguem para o diretor Ismael nos cels: (11) 95432-5835 ou 9911-27131 - E-mail: ismael@revistasindromes.com

segunda-feira, 18 de março de 2013

Teatro do grande urso navegante

A próxima edição da Revista Síndromes trará um artigo sobre a importância da arte, por meio de comprovação cientifica, além da constatação de familiares e pessoas com a Síndrome de Williams, que a música pode operar grandes mudanças positivas no processo de desenvolvimento dessas crianças, jovens e adultos. 

Aguardem a divulgação aqui no Caleidoscópio do lançamento desta edição na qual eu sou jornalista free lancer.  

A convite de Valéria Peres Asnis, amiga de Jô Nunes (fundadora da Associação Brasileira de Síndrome de Williams), divulgo o trabalho do "Teatro do grande urso navegante". Vejam as próximas atrações do grupo no link: 

Agenda 2013 

E conheçam mais sobre a Valéria que é Educadora Musical e Pianista (OMB 48421/SP); Especialista em Intervenção em Neuropediatria / UFSCar; e tem Mestrado em Educação Especial (em andamento) / UFSCar - Bolg: http://valeriaperesasnis.blogspot.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A união que vem do coração

Aperitivo da matéria que escrevi na Revista Síndromes - www.revistasindromes.com.br sobre a ABSW - Associação Brasileira de Síndrome de Williams. Para ler mais assinem!



A ABSW Associação Brasileira de Síndrome de Williams-Beuren completará 10 anos de dedicação, amor ao próximo e inclusão social, lutando pelos Direitos Humanos das Pessoas com Deficiência, por meio de atendimentos e encontros, além da participação na elaboração de políticas públicas democráticas.

Por Leandra Migotto Certeza*

“Quando descobri que tinha uma filha diferente me desesperei. Tinha sonhado em ter uma filha doutora e dentro do modelo de perfeição que a sociedade nos impõe. Hoje vejo que atingi meus objetivos. Minha filha foi doutora em lição de vida, modelo em dignidade e perfeita em tudo!”, relembra com muito orgulho Jô Nunes, fundadora e Presidente Voluntária da ABSW, após um ano da saudosa partida da sua maior inspiradora, a sempre amada, Jéssica Nunes Herculano, a primeira jovem com Síndrome de Williams a receber um transplante de coração no mundo. 

O coração da ABSW

A ABSW é feita de pessoas! Gente que abraça a associação e se une para conquistar objetivos em comum de forma solidária! Conheçam um pouco daqueles que continuam acreditando e lutando por um mundo mais justo e inclusivo.

Alan Souza do Nascimento tem 14 anos, cursa o quinto ano do ensino fundamental em uma escola pública e toca vários instrumentos. Sua mãe, Silvana, Vice-Presidente Voluntária da ABSW só descobriu que ele tinha Síndrome de Williams após realizar um exame em seu coração aos 2 meses de idade.

“Eu dou bronca, porque quero um filho pronto para o mundo! Quero proporcionar o máximo de independência para ele saber se virar sozinho na medida do possível”, comenta Maira Zamorano, Diretora Secretária Voluntária da ABSW, e mãe de Felipe Ferrari Zamorano, jovem de 10 anos com Síndrome de Williams. Felipe adora jogar futebol na escola e ficou em terceiro lugar no campeonato. 

Convivendo com Síndrome de Asperger

Aperitivo da matéria que escrevi na Revista Síndromes - www.revistasindromes.com.br. Para ler mais assinem!!

Edição de texto: Leandra Migotto Certeza*

Neste espaço pais e pessoas com a síndrome relatam um pouco sobre suas experiências de viver com suas singularidades em uma sociedade ainda pouco inclusiva. São exemplos de pessoas que já conseguiram alcançar muitos objetivos graças à força de vontade, mas ainda enfrentam muitos desafios para realizarem seus sonhos; assim como a maioria dos seres humanos sem deficiências. É uma oportunidade para os leitores conhecerem um pouco mais sobre a diversidade.    

Por Regiane Nascimento


Fernanda Raquel Nascimento Santana, 18 anos, tem Síndrome de Asperger é desenhista e ilustradora free lancer na Editora Saraiva. Atualmente, namora um rapaz carioca, tem amigos com e sem deficiência intelectual em vários cantos do país e exterior. Curte Cosplay-Furry (vestir fantasias inspiradas em personagens do desenho animado e filmes), aeronaves da aviação comercial e fotografia. Para o futuro, tem o objetivo de cursar o ensino superior na área web-designer, animação e cinema. Além de trabalhar na mesma área, planeja adquirir e dirigir um automóvel (camionete preta), casar e constituir lar e família (casal de filhos). Enfim, uma convivência social e familiar característico do ciclo peculiar de vida, jovem adolescente cheia de sonhos, rodeada de amigos, onde a condição da Síndrome de Asperger passa ser um diferencial como pano de fundo para seu crescimento interior.

Por Simone Alli Chair

Eu sonhava muito em ser mãe. Quando isso aconteceu, eu tinha 27 anos, e ao perceber, pelo ultra-som que era uma menina, chorei de felicidade, pois nada poderia ser melhor. A Camila Alli Chair nasceu linda, perfeita, toda rosadinha e dengosa. Com o passar dos meses minha filha crescia linda, e as pessoas me paravam na rua atraídas por sua beleza e por seu encanto. Nessas horas ela me abraçava, chorava e não gostava do contato de nenhum estranho. Era quietinha, organizada, não fazia bagunça nem gritava pela casa. Andou no período normal e falou bem cedo, mas sendo sua característica o fato de ficar mais calada do que falante. Com vizinhos, amigos e parentes era bem arredia e não suportava ficar um minuto longe de mim e não aceitava de forma alguma o colo de outras pessoas. Seu mundo era eu e o pai dela. 
Por Camila Alli Chair
Tenho 21 anos e vou contar um pouco da minha história e como enfrento o fato de ter a Síndrome de Asperger. Desde pequena que eu acho o mundo caótico, lembro-me de ter medo das pessoas desconhecidas. Eu ficava grudada aos meus pais (principalmente da minha mãe) o tempo todo. Tive dificuldades em arranjar amizades, as poucas que tive, foram falsas e interesseiras. A escola? O que dizer dela... Era um dos meus maiores pesadelos. Eu sofri bullying por muitos anos.