quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Acessibilidade na arte contemporânea e nas redes sociais - Um Novo Olhar de Arte/Educação



Eu vou participar do encontro: II Encontro Um Novo Olhar de Arte/Educação + Acessibilidade“ÁGUAS QUE SE MESCLAM: ACESSIBILIDADE NA ARTE CONTEMPORÂNEA E NAS REDES SOCIAIS (ARTISTAS E INFLUENCERS). 
Sera dia 05 de agosto as 14hs no https://youtu.be/RJKp5r9yT70
Assistam!

#pratodosverem: sobre o fundo branco, abaixo, alinhado à esquerda temos em letras maiúsculas, em negrito “PALESTRANTES:” Abaixo temos escrito em letras pretas, com o nome dos palestrantes em negrito: Patrícia Dorneles (Mediadora) - Coordenadora das ações de acessibilidade do projeto Um Novo Olhar e co-organizadora do Encontro Um Novo Olhar de Arte/Educação + Acessibilidade (Rio de Janeiro - RJ)”; “@leandracaleidoscopica - poeta, escritora, editora, jornalista e influencer (São Paulo - SP)”; “Sara Nina - artista, professora, pesquisadora e influencer (São Paulo - SP)”; “Robson Xavier - coordenador do curso Artes Visuais + Educação + Acessibilidade + Decolonialismo e co-organizador do Encontro Um Novo Olhar de Arte/Educação + Acessibilidade (João Pessoa - PB)”.

quarta-feira, 21 de julho de 2021

VAMOS FALAR SOBRE CAPACITISMO E MATERNIDADE NO CAFÉ POLIFÔNICO DO MUSEU VOZES DIVERSAS


DIA 25 DE JULHO ÀS 18HS - CAFÉ POLIFÔNICO NO 
Museu Vozes Diversas - Tema: "Capacitismo e Maternidade". Convidadas:


Marcela Cálamo - mãe de dois filhos. Uma das pioneiras em escrever crônicas em sites sobre inclusão das pessoas com deficiência. Criadora do Blog Maré. E com Ângela Carneiro, escreveu o livro: “Rodas, pra que te quero”, editora Ática.

Jô Nunes, é mãe de três filhos. Referência nacional sobre a Síndrome de Williams, é ativista pelos direitos das pessoas com deficiência. Fundadora da Associação Brasileira da Síndrome de Williams. E com Cristina Gama Loddi, escreveu o livro: “Mãe, coragem”. Scortecci Editora.

Mediação de Leandra Caleidoscópica, poeta, escritora, editora e jornalista. Nasceu com ossos de cristal e começou a escrever poemas com 9 anos. Cursou Comunicação Social. Trabalha como Jornalista, Consultora em Inclusão e é Cronista e Colunista em diversos portais, como AzMina e Sem Barreiras.

Café Polifônico: Capacitismo e Maternidade
25/07 às 18h
Youtube e Facebook: /vozesdiversas

LOCAIS DO CAFÉ: 



Com interpretação em Libras


#paratodesverem Um quadrado é dividido por uma grossa seta rosa que vai do canto superior esquerdo para o inferior direito. À direita, Capacitismo e Maternidade. Com Jô Nunes e Marcela Cálamo. Mediadora Leandra Caleidoscópica. Logo do Vozes Diversas. Acessível em Libras. Youtube e Facebook: /vozesdiversas. À esquerda, Café Polifônico. Dia 25/07 às 18h e duas fotos coloridas. Uma de Jô Nunes vista até um pouco abaixo dos ombros. Ela está levemente virada para a esquerda e olha sobre o ombro esquerdo. Jô é uma mulher negra com traços indígenas, tem cabelo preto, liso e curto, as sobrancelhas são pequenas e os olhos pretos e puxados. O nariz é núbio e a boca está com um batom marrom. Ela sorri mostrando os dentes. Jô usa um colar e brinco de pérolas. E sobre os ombros tem um lenço branco com desenhos de borboletas, flores e bolas pretas. E uma selfie de Marcela Cálamo. Ela é uma mulher branca de cabelo castanho claro, liso e curto, com franja até a sobrancelha. Tem os olhos verdes, nariz adunco, lábios pequenos com um leve sorriso. Ela usa uma camiseta vermelha e óculos marrom de armação fina. Texto: Juliana Keiko/ Consultoria: Edgar Jacques. Arte: Jeff Celophane.

#capacitismo #maternidade #mulherescomdeficiencia #maescomdeficiencia #maesdefilhascomdeficiencia #escritorascomdeficiencia #autobiografias #escritadememorias #literaturainfantil #jonunes #marcelacalamo #coletivadeescritagirassol #leandracaleidoscopica #museuvozesdiversas #cafepolifonico #acessibilidade

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Pessoas com deficiência e governo Bolsonaro



#pratodosverem: imagem do Discurso em Libras da primeira-dama Michele Bolsonaro ao lado dele, que criou falsa sensação de inclusão dos surdos no país. 

A história da deficiência no Brasil revela, de alguma forma, a própria história do Estado brasileiro ou, para ser mais preciso, a história das razões do Estado brasileiro – sua governamentalização, no conceito foucaultiano. Principalmente, como ele se republicanizou e se constituiu enquanto Estado liberal (e social) no seu compromisso com os direitos, em suma os sociais e econômicos pré e pós-Constituição de 1988. Isto porque a deficiência não é um a priori histórico ou ontológico formadora de identidade sobre a qual, a depender de situações, algumas pessoas sofrem tratamento discriminatório ou não, têm desigualdade de participação na sociedade ou não, como vemos em outros grupos vulnerabilizados e politicamente organizados. Todas as pessoas com deficiência sofrem tratamento desigual porque a deficiência é ela mesma a opressão, não um dado biológico expresso no corpo.

Deficiência é por natureza o não reconhecimento de que pessoas com singularidades corporais (sejam físicas, mentais, sensoriais, intelectuais) devam viver em igualdade de condições com as demais pessoas. Isso implica que a noção de deficiência só ganha densidade conceitual e política na medida em que pessoas que possuem alterações corporais significativas reivindicam tratamento igualitário e não discriminatório. Ou seja, a deficiência é em si uma construção social (ou denúncia) de opressão sobre corpos. Parece forte para quem pensa em defesas identitárias e afirmações políticas da diferença, mas é isso: só existe deficiência porque direitos são sistematicamente negados a essas pessoas.
 Só existe deficiência porque o Estado impede essas pessoas de desfrutarem da vivência com dignidade e do convívio social igualitário com os demais sujeitos. Essa compreensão pode parecer nova, mas está no debate científico há cinquenta anos e inclusive expressa na nossa Constituição Federal, por uma alteração em 2009. Não é meu delírio comunista.

Hoje, deficiência é um demarcador que leva à opressão, à desigualdade e a injustiças ligadas à restrição de participação na sociedade menos por causa de outra experiência social (de ordem histórica, cultural, econômica, religiosa…), e mais em função da própria ineficácia estatal em afiançar direitos a esse grupo. 
Diferente de outros segmentos que sofrem opressão, as pessoas com deficiência não precisam – ou precisam bem menos – de algum nível de inação estatal para terem direitos protegidos, por exemplo. Elas não precisam de garantias contra algum nível de interferência indevida do Estado em suas vidas, como se costuma dizer sobre os direitos negativos. Tais liberdades individuais são necessidades de quaisquer pessoas e grupos e não em função da deficiência. Por outro lado, tal necessidade de proteção é facilmente percebida nas reivindicações, por exemplo, do movimento LGBT, mulheres, negros, povos tradicionais, minorias étnicas e religiosas, dentre outras.

 Essencialmente o que as pessoas com deficiência precisam para tratamento igualitário é do Estado em ação, por meio de políticas sociais. Embora reconheça que essa distinção dicotômica entre direitos positivos e negativos é inclusive inadequada e rasteira, meu intuito é apenas demonstrar o quanto a própria concepção de deficiência guarda relação com o papel do Estado na execução de políticas públicas.

Defendo há algum tempo que compreender a questão da deficiência no Brasil é uma chave-analítica para compreender nossa própria história e, portanto, nosso futuro. Por isso, o movimento político das pessoas com deficiência no país precisa ser sempre radical, revolucionário e crítico porque o que se questiona é como a sociedade estruturalmente impõe barreiras às pessoas com deficiência, bem como as estratégias para alterar esse quadro.
 Isso não significa que representações do movimento social de pessoas com deficiência não possam participar da institucionalidade política, jurídica e das esferas do Executivo, no intuito de composição de interesses em dado momento histórico e circunstanciado para avançar nas conquistas. Mas é preciso ter consciência de que, ao participar, seu compromisso com as reivindicações das pessoas com deficiência ganha ainda mais relevo e urgência.

É por essas razões que a aproximação e o apoio de frações do movimento político de pessoas com deficiência ao governo Bolsonaro são gravíssimos e inaceitáveis, não apenas do ponto de vista estratégico, mas principalmente do ponto de vista ético. E não é porque sou oposição. E nem falo isso para todo o movimento social de pessoas com deficiência no país, mas falo para muita gente. 
Porque um governo explicitamente autoritário, tacitamente fascista e sabidamente neoliberal é, por princípio e por prática, inimigo da causa das pessoas com deficiência pelas razões enumeradas anteriormente. Não é à toa que a primeira-dama é próxima do tema para mascará-lo como objeto de caridade e voluntariado, para assim substituir a concepção de direito. Porque é o único modo de tê-lo operante neste tipo de governo que tem por base a necropolítica e a violação dos direitos humanos como tática.
 Desafio qualquer pessoa a demonstrar qual avanço em termos de garantia de direitos na área de deficiência foi elaborado e executado pelo governo Bolsonaro – não vale iniciativas do Legislativo, nem aquelas iniciadas em governos anteriores. Um tema que tem a primeira-dama como madrinha era para ser a principal pauta social deste governo. Mas não o é exatamente porque a força motriz do governo Bolsonaro é a violação de direitos. Causa a mim muito espanto lideranças políticas das pessoas com deficiência não terem entendido esse jogo.

O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE) foi inativado pelo governo Bolsonaro mês passado e ficará assim até agosto. No momento mais crucial dos últimos quinze anos para o tema, quando se regulamenta o artigo 2º da Lei Brasileira de Inclusão que trata do conceito de deficiência e quem terá acesso a direitos. Vocês lerão justificativas jurídicas e institucionais para o fato, o que não significa que sejam do mundo da razoabilidade. 
A inativação do CONADE – espero que temporária – é uma evidência não do que o governo quer fazer com a participação social daqui para frente e que tenta desde o início do mandato, mas do que ele diuturnamente faz na temática da deficiência e dos direitos humanos. E isso é muito mais grave. Porque implica ainda mais os segmentos de pessoas com deficiência que ainda apoiam o governo e se desdobram em retóricas juvenis – e alguns nem isso – para justificar o crime moral e ético que têm cometido. 
Destinação orçamentária para entidades, cargos e promessas de privilégios na regulamentação de dispositivos legais não podem ser maiores do que lutar pelos direitos das pessoas com deficiência. Porque essa é uma luta histórica. Mas é também um compromisso ético de todos, pessoas com e sem deficiência. O passado ensina, a história contextualiza, mas é o futuro que cobrará.

* Artigo escrito por Wederson Santos, assistente social do INSS e doutor em Sociologia pela UnB, e publicado pela Revista Fórum.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Bate-papo com leandra Caleidoscópica

Bate com Leandra Caleidoscópica no Museu Vozes Diversas - Dia 23 às 20hs

 


#paratodesverem Um quadrado é dividido por uma grossa seta amarela que vai do canto superior direito para o inferior esquerdo. À esquerda, sob fundo preto, está escrito em letras rosa e branco: Leandra Caleidoscópica; Ocupação de 23 à 29/04; Bate-papo dia 23/04 às 20h; Youtube e facebook /vozesdiversas e o símbolo de acessível em Libras. À direita, Primeiro Levante Feminista e foto colorida de Leandra sentada na cadeira de rodas com um microfone na mão. Ela é uma mulher branca de cabelos curtos com leves ondas. A testa é alta e quadrada, sobrancelhas finas, olhos pequenos com leve maquiagem. Tem o nariz fino e o microfone encobre parcialmente o sorriso. Usa uma estola de pele cinza clara, blusa preta de manga comprida com pulseiras brilhantes em ambos pulsos. Está de calça preta. Foto: Carol Vidal.


Continuando com o Primeiro Levante Feminista do Museu Vozes Diversas, o nosso bate papo será com Leandra Caleidoscópica, poeta, escritora, editora, jornalista a ativista pelos direitos das pessoas com deficiência. Realiza Oficinas de Escrita e Edição de Biografias de Mulheres com Deficiência.


Essa conversa será imperdível. Venha! Dia 23/04 às 20h

Youtube e Facebook: /vozesdiversas

https://www.youtube.com/c/VozesDiversas


Intérprete de Libras: Sylvia Sato

Equipe: Cintia Alves, Cleiton Sousa, Jeff Celophane, Juliana Keiko, Pedro Papotti e Tamara Cruz.

terça-feira, 16 de março de 2021

CURSO - Diversidades: Aspectos da Inclusão na Prática

 

Descrição da imagem: logotipo do Instituto Sades Sapientiae onde aparece uma imagem de um círculo dentro do outro na cor azul. Abaixo está escrito Sades Sapientiae em letrar na cor cinza.  


Objetivos:

Abordar de forma introdutória - por meio de depoimentos, experiências, estudos técnicos e teorias - os principais aspectos do movimento histórico e social de inclusão das pessoas com deficiência nas áreas educacionais, psicológicas, laborais e artísticas. 


Duração:

06/04/2021 a 29/04/2021.

Horário:

terças e quintas-feiras, das 19hs às 21hs ministrado ao vivo (de forma remota) com a participação das professoras e alunos via internet. (Google Meet). 


Corpo docente: 

Júlia Paladino -  https://www.facebook.com/julia.paladino.96

Leandra Migotto Certeza -  https://www.facebook.com/leandra.migottocerteza  

Estela Lapponi -  https://www.facebook.com/estela.lapponi

Shirley Meneses - https://www.facebook.com/shirley.rma


Conteúdo:

Abertura


Módulo 1 – Facilitadora Leandra (jornalista e consultora) https://www.instagram.com/leandracaleidoscopica/– Qual foi o processo histórico da Exclusão, Integração, Inclusão até o atual Modelo Social da Deficiência?


Módulo 2 – Facilitadora Julia https://www.instagram.com/jujupaladino/ (pedagoga e coordenadora do curso) – Quais as diferenças entre Educação Especial e Educação Inclusiva?


Módulo 3 – Facilitadora Shirley (psicóloga) https://www.instagram.com/shirleyrmenezes/– Tabus, estigmas, preconceitos e discriminações em relação às condições psicológica e social de deficiência.


Módulo 4- Facilitadora Estela 
https://www.instagram.com/estelapponi/ (performer e videoartista) – Movimentos artísticos e culturais com foco na diversidade humana.


Encerramento e avaliação.


Estratégias: 


Atividades participativas por meio de aulas ao vivo, compartilhamento de textos, vídeos e áudios; além de conversar em grupo.


Curso ministrado por profissionais com deficiência, de acordo com o lema do movimento “Nada sobre nós sem nós”, e do protagonismo e lugar de fala de quem vivencia a exclusão e a inclusão social.


INSCRIÇÕES LIMITADAS ATÉ 30 DE MARÇO: https://sedes.org.br/site/cursos-sedes/codigo-8579/



domingo, 28 de fevereiro de 2021

Dia Mundial de Doenças Raras

 


Descrição da imagem: logotipo da campanha onde se vê um desenho colorido (azul, rosa, verde e branco) com uma imagem estilizada de um ser humano ao centro de uma mão espalmada parecida com uma flor. O desenho está do lado esquerdo e do lado direito está escrito a frase: "Dia Mundial das Doenças Raras". Abaixo do desenho está escrita outra frase: "Juntos Cuidaremos Melhor".


Dia Mundial de Doenças Raras - 28 de fevereiro

A jornalista Leandra Migotto nasceu com uma doença rara: a Osteogenesis Imperfecta. Em vídeo-depoimento, ela conta um pouco de sua história, de como chegou ao diagnóstico e sobre como tem superado os desafios impostos pela doença desde a infância.
Neste Dia Mundial de Doenças Raras (28/02), os pediatras brasileiros têm um recado para você: as doenças raras existem e não podem ser esquecidas!

Vídeo com o depoimento nas redes sociais da Sociedade Brasileira de Pediatria: https://fb.watch/3Xl697_u6I/ 


Reportagem do portal Sem Barreiras sobre outras doenças raras: 

https://www.sembarreiras.jor.br/2021/02/17/sem-barreiras-apresenta-algumas-doencas-raras/


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

“O racismo causa afetações no psiquismo da população negra”

“O racismo causa afetações no psiquismo da população negra”: A afirmação é da mestra em psicologia Suely dos Santos, que ao lado da especialista em inteligência emocional Simone Urbano, participou do debate “Racismo e Saúde Mental” no programa “Um Tom de resistência”, na TV 247



CARNE DE OSTRA - Ep.2: LGBTQIAP+, devoteísmo, mistérios e tabus


@ela.jessicateixeira tem pele clara, olhos claros, sorriso grande, cabelos castanhos com 13 dreads amarrados num grande coque acima da cabeça. Usa top preto, camisa social (de mangas compridas) aberta e florida nas cores preto, roxo e laranja, batom vermelho e delineador preto nos olhos. @eduimpro é careca, tem barba grisalha, tatuagens nos dois braços e usa camisa listrada e óculos de grau. @estelapponi tem pele clara, rosto com sardas, olhos amendoados pretos maquiados com glitter azul nas laterais. Tem dois piercings de argola no nariz, um no septo e outro na lateral. Tem cabelos pretos com franja, undercut nas laterais e comprido atrás. Usa um brinco de argola dourada, em uma das orelhas. Usa vestido preto de frente única, tem tatuagens pretas nos ombros. Usa uma guia vermelha no pescoço. @gioventurini é loiro, usa barba e tem olhos azuis. Está usando camisa de botão aberta, na cor branca e colar em formato de coração com o dizer: foda-se. Ele tem um brinco grande na orelha direita. @gustavoportela é homem, de pele clara, cabelo e barba grisalha. Usa camisa com estampas geométricas, boné verde, brinco argola nas orelhas. @juaumpaulolima é negro claro, tem cabelos crespos curtos e bigode. Ele está usando colete de couro preto e batom vermelho. @lalahito é uma mulher negra com olhos pretos maquiados com delineador, cabelos trançados em duas tranças enraizadas longas. Usa batom vermelho, camiseta de gola alta preta, ausência de antebraço direito na altura do cotovelo. Direção, produção e voz em off Jéssica Teixeira Edição Gustavo Portela Trilha sonora @kerenskybarata Ilustração e design gráfico @thuttosantos Trad. de Libras e Consultoria Surda @maludini Traduçao e Interpretação. Libras-Português Claudia Ferreira @vinscheffer Parceria @varandacriativa1 @casadezuleika @agenciaska Apoio Institucional Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural do Ceará Governo do Estado do Ceará Pátria Amada Brasil - Governo Federal Ministério do Turismo Secretaria Especial da Cultura Realização Catástrofe Produções #carnedeostra #ofuturoédef #sexeducation #sexy #imsexyandiknowit #conteudo #conteudodigital #deficiênciaéonovosexy #amigos #artista

CARNE DE OSTRA - Ep.1: Carnaval e apps de relacionamento




@ela.jessicateixeira tem pele clara, olhos claros, sorriso grande, cabelos castanhos com 13 dreads amarrados num grande coque acima da cabeça. Usa top preto, camisa social (de mangas compridas) aberta e florida nas cores preto, roxo e laranja, batom vermelho e delineador preto nos olhos.
@eduimpro é careca, tem barba grisalha, tatuagens nos dois braços e usa camisa listrada e óculos de grau. @estelapponi tem pele clara, rosto com sardas, olhos amendoados pretos maquiados com glitter azul nas laterais. Tem dois piercings de argola no nariz, um no septo e outro na lateral. Tem cabelos pretos com franja, undercut nas laterais e comprido atrás. Usa um brinco de argola dourada, em uma das orelhas. Usa vestido preto de frente única, tem tatuagens pretas nos ombros. Usa uma guia vermelha no pescoço. @gioventurini é loiro, usa barba e tem olhos azuis. Está usando camisa de botão aberta, na cor branca e colar em formato de coração com o dizer: foda-se. Ele tem um brinco grande na orelha direita. @gustavoportela é homem, de pele clara, cabelo e barba grisalha. Usa camisa com estampas geométricas, boné verde, brinco argola nas orelhas. @juaumpaulolima é negro claro, tem cabelos crespos curtos e bigode. Ele está usando colete de couro preto e batom vermelho. @lalahito é uma mulher negra com olhos pretos maquiados com delineador, cabelos trançados em duas tranças enraizadas longas. Usa batom vermelho, camiseta de gola alta preta, ausência de antebraço direito na altura do cotovelo. Direção, produção e voz em off Jéssica Teixeira Edição Gustavo Portela Trilha sonora @kerenskybarata Ilustração e design gráfico @thuttosantos Trad. de Libras e Consultoria Surda @maludini Traduçao e Interpretação. Libras-Português Claudia Ferreira @vinscheffer Parceria @varandacriativa1 @casadezuleika @agenciaska Apoio Institucional Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural do Ceará Governo do Estado do Ceará Pátria Amada Brasil - Governo Federal Ministério do Turismo Secretaria Especial da Cultura Realização Catástrofe Produções #carnedeostra #ofuturoédef #sexeducation #sexy #imsexyandiknowit #conteudo #conteudodigital #deficiênciaéonovosexy #amigos #artista

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

A vida é um desafio trágico e gostoso!

 

Hoje completo 44 anos de vida! Dores e delícias... 

Conquistas e frustrações... 

Sonhos e realizações... 

Para mim a vida é um desafio trágico e gostoso! 

Rumo aos mais 44 anos! 


Quem sou?

Mistério doce

Forma diferente por ser igual

Humana,

Calma,

Intensa,

Densa,

Ardente

Exatamente como deve ser

Se um dia aparecerei?

Não sei...

Sigo o destino de não saber se existe destino

Vivo cada minuto como se fosse o último porque ele é

Carrego comigo todas as dores e delícias de ser mulher

Imperfeita / perfeita

Por simplesmente ser

Sem medo de existir

 

Conheçam um pouco da minha história no depoimento que registrei no Museu da Pessoa:



https://acervo.museudapessoa.org/pt/conteudo/historia/leandra-suave-diferenca-166281

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Mensagem para 2021, volte a 2001 para provar que a Terra é redonda!

Para 2021, faço minhas as sábias palavras da escritora Ana Rüsche nesta mensagem. 

Reflitam! Principalmente sobre os trechos em negrito e as últimas frases... 


2020, a melancólica retrospectiva do que não foi


O Caetano deu a dica, voltemos para 2001.

Quais eram meus planos para o ano? Bom, assistir Matrix 4 no cinema. Ir ao casamento das amigas com chapéu (havia conseguido com minha sogra um bem estiloso). Viajar e passar alguns meses fora do país. Bem, sendo asmática e não tendo lá uma boa saturação de oxigênio, não houve cinema, não houve festa de chapéu, não houve viagem nenhuma. Completo 10 meses em casa. Um luxo e privilégio de somente 8% da população brasileira.

Nos piores momentos, desmonte de todas as garantias e incêndios apocalípticos pela timeline. Ex-colegas transformando-se em manifestantes de verde-amarelo, orgulhosamente impedindo passagem de ambulâncias na Paulista; gente amiga dando festa e me convidando; conhecido com o cérebro carcomido por crenças cabeludas de fake news; a amiga caindo no choro doído por não suportar trabalhar e acompanhar aulas de alfabetização da filha; notícias do colega tendo crises de pânico enfrentando metrô lotado com sua vã máscara; o falecimento de um amigo.

O peso nas têmporas, o choro que secou de cansaço.

Mas o ano não foi só isso. Houve coisas de magnitude indescritível. Até boas. A abertura de portais. A janela que se abriu quando tantas outras se fecharam. Dar aulas para uma classe com pessoas de lugares diferentes do globo. Conversar tela à tela com ídolos — Charlie Jane Anders e Samuel Delany; numa live, escutar a pergunta do Kleber Mendonça se ele poderia adaptar “A telepatia são os outros”; poder dizer ao Alê Santos que sou muito fã do trabalho dele, escutar a Geni Núñez.

Fiz amizade com criaturas que, certeza, foram amigas em outras encarnações! Escritoras da Argentina, México. Hoje escutei de uma que irá aprender português, já viu até o curso. Há algo mais lindo que isso? Gente cuja textura do cabelo ou estatura ainda não conheço, pois toda relação é mediada por telas. Agora, tenho amizades de muitas partes do planeta para conversar sobre ficção científica. Há algo de mágico na contrapartida.

Agradeço às muitas pessoas que seguraram minhas barras. Afinal, Munique, Palmas ou Teerã estão tão perto quanto a Rua Augusta ou a Praça da República. É isso, um esforço. Um esforço gigante. Uma parada forçada e difícil para esse grande animal imensurável cruzar nosso caminho. Para depois podermos prosseguir.

Quando o Bolsonaro venceu as eleições, falavam que tínhamos que resistir. Eu, que não tenho habilidades paramilitares muito desenvolvidas, calculei que seria uma inútil e não ajudaria em nada nessa "resistência". Agora, entendo: resistir é um pouco isso. O esforço. Esse esforço imenso de procurar algo que se pareça com a felicidade — encontrar, acarinhar, cultivar e compartilhar.

No fundoeste é o papel último da arte:
construir sentidos e sonhos onde parece não existir mais nenhum.

Que 2021 possa ter muito descanso e arte na tua vida!

Fonte: https://anarusche.com/