quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A importância da educação inclusiva para alunos com surdocegueira

Por Ana Prado - Edição: Leandra Migotto Certeza - Jornalista.

Alex Garcia, especialista em Educação Especial e presidente da AGAPASM, Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes, autor da obra "Surdocegueira: empírica e científica" e surdocego atuante no cenário nacional e internacional, capacitou mais um grupo de professores para desenvolverem um trabalho de qualidade junto a alunos surdocegos.

Entre os dias 7 e 11 de junho de 2010, o profº Alex Garcia esteve no município de Niterói, estado do Rio de Janeiro, compartilhando seus saberes, práticas educativas e inclusivas com um grupo de 25 professores da Rede municipal de ensino. Esta ação faz parte do Programa Permanente de Capacitação e Atualização de Professores da Secretaria e Fundação Municipal de Educação FME dessa cidade.

A rede municipal de ensino atua com a proposta de inclusão educacional há mais de 20 anos, tendo como prioridade o acesso, a permanência e a aprendizagem dos mais de 900 alunos com necessidades educacionais especiais( entre eles os com surdocegueira) matriculados em nossas escolas. Por isso, o objetivo do curso é garantir condições para que o aluno surdocego possa ser acolhido com dignidade e desenvolva suas potencialidades ao Maximo de suas possibilidades. Neste sentido, o professor é nosso colaborador principal e precisa ser constantemente abastecido com informações valiosas como as que nos trouxe o professor Alex Garcia.

Os professores cursistas foram conduzidos a momentos de reflexão, o que lhes permitiu a quebra de tabus, a desconstrução e construção de paradigmas, possibilitando-lhes reconhecer outras capacidades, habilidades e competências humanas. Todos os participantes, no decorrer da semana, passaram por transformações relevantes: adquiriram novos olhares sobre a diversidade humana, abrindo seus horizontes de atuação e impressionando-se com as considerações do profº Alex. Foram 40 h de muita troca, vivências, experienciações e construção de novos conhecimentos e impressões.

A capacitação de professores para atuarem com respeito e responsabilidade numa escola para todos e de todos, que respeita as diferenças e considera as individualidades do sujeito, é emergencial, visto que todos somos humanos, vivemos no mesmo planeta e partilhamos do mesmo destino. Sendo assim, a iniciativa da Coordenação de Educação Especial da FME de Niterói deve ser seguida e divulgada, objetivando a construção de um mundo justo, igualitário, sem preconceitos e atitudes discriminatórias.

*Ana Cristina Teixeira Prado é membro da equipe da Coordenação de Educação Especial da FME de Niterói.

Sobre identidade e diferenças nas escolas

Por Maria Teresa Eglér Mantoan* - Edição: Leandra Migotto Certeza - Jornalista.

A inclusão rompe com os paradigmas que sustentam o conservadorismo das escolas, contestando os sistemas educacionais em seus fundamentos, questionando a fixação de modelos ideais e a normalização de perfis específicos de alunos, a seleção dos eleitos para freqüentar as escolas e com isso produzir identidades e diferenças, inserção e/ou exclusão. O poder institucional que preside a produção da identidade e diferenças define como normais e especiais não apenas os seus alunos, como também suas escolas.

Os alunos das escolas comuns são normais e positivamente valorados e os alunos das escolas especiais, são os negativamente concebidos e diferenciados. Quem reparte fica com a melhor parte e os que têm o poder de dividir são os que classificam, formam conjuntos, escolhem os atributos que definem os alunos e demarcam / decidem quem fica e quem sai dos mesmos, ou melhor, quem é incluído ou excluído dos agrupamentos escolares.

Os sistemas educacionais constituídos a partir da oposição - alunos comuns e especiais se sentem abalados com a proposta inclusiva de educação, pois não só criaram espaços educacionais distintos para seus alunos, a partir de uma identidade específica, como também esses espaços estão organizados pedagogicamente para manter essa separação, definindo as atribuições de seus professores, currículos, programas, avaliações, promoções dos que fazem parte de cada um desses espaços.

Ambientes escolares inclusivos são fundamentados em uma concepção de identidade e diferenças, em que as relações entre ambas não se ordenam em torno de oposições binárias (normal/especial, branco/negro, masculino/feminino, pobre rico). Neles não se elege uma identidade como norma privilegiada em relação às demais. A identidade normal é tida sempre como natural, generalizada e positiva em relação às demais e sua definição provém do processo pelo qual o poder se manifesta na escola, elegendo uma identidade específica pela quais as outras são avaliadas e hierarquizadas. O poder que define a identidade normal, detido por professores e gestores próximos ou mais distantes das escolas, se enfraquece diante dos princípios educacionais inclusivos, nos quais a identidade não é entendida como natural, estável, permanente, acabada, homogênea, generalizada.

Na perspectiva da inclusão escolar, as identidades são transitórias, instáveis, inacabadas e, portanto, os alunos não são categorizáveis, não podem ser reunidos e fixados em categorias, grupos, conjuntos, que se definem por certas características arbitrariamente escolhidas.

[...] a diferença (vem) do múltiplo e não do diverso. Tal como ocorre na aritmética, o múltiplo é sempre um processo, uma operação, uma ação. A diversidade é estática, é um estado, é estéril. A multiplicidade é ativa, é fluxo, é produtiva. A multiplicidade é uma máquina de produzir diferenças – diferenças que são irredutíveis à identidade. A diversidade limita-se ao existente. A multiplicidade estende e multiplica, prolifera, dissemina. A diversidade é um dado – da natureza ou da cultura. A multiplicidade é um movimento. A diversidade reafirma o idêntico. A multiplicidade estimula a diferença que se recusa a se fundir com o idêntico (Silva, 200, pp100-1001).

Atribuir a certos alunos identidades que os mantém nos grupos de excluídos: dos alunos especiais, com necessidades educacionais especiais, com deficiências, com problemas de aprendizagem é tudo o que a inclusão não admite. E não cabe fixar em outros alunos uma identidade normal, que não só justifica a exclusão dos demais, como determina alguns privilegiados. Por esses motivos é que entendemos a escola inclusiva como escola das diferenças e que a defendemos como uma escola democrática e de todos. Precisamos reconhecer o seu papel da escola na constituição de uma sociedade em que o sistema educacional não ensina a exclusão de alguns alunos como especiais e que entendem as diferenças como coletivas e de base igualitária.

Aos pais, professores, educadores destaco estas idéias (tão sumariamente organizadas!), esperando que possam ser um bom motivo para que se juntem a todos os que lutam em favor de uma formação escolar pautada nos princípios inclusivos, como prescreve a Constituição Brasileira de 1988 e os mais recentes e avançados documentos sobre os direitos humanos, entre os quais a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, instituída pela Assembléia das Nações Unidas, desde 2006; a qual o país é signatário desde 2007, tendo-a como emenda constitucional.


Referência: SILVA, Tomaz Tadeu da (org.). Identidade e diferença. A perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis, RJ: Vozes 2000.

*Maria Teresa Eglér Mantoan, professora da Faculdade de Educação e do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferenças – LEPED da Universidade Estadual de Campinas.

“A educação inclusiva deve ser uma lição de casa para o mundo”

Entrevista com Francelene Rodrigues

Por Leandra Migotto Certeza - Jornalista.

Francelene Rodrigues, 37 anos, nasceu e sempre morou na comunidade do bairro Itaim Paulista, na zona lesta cidade de São Paulo. Tem quatro filhas adolescentes e um neto. Sua deficiência física, a tetraplegia, foi adquirida após uma violência doméstica do meu ex-marido, em 1998.

Atualmente, Francelene atua como líder comunitária onde vive; é Conselheira de Saúde do Centro de Testagem e Aconselhamento em DST/AIDS Sérgio Arouca; e agente educacional de prevenção às DSTs e AIDS, por meio do projeto: “Elas por Elas”. Contribui em outro projeto com idosos, na Casa de Missão, em São Miguel Paulista, também na zona leste da cidade de São Paulo; além de participar, desde 2001, de conselhos gestores locais e regionais; e do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência.

A estudante palestra sobre inclusão social em organizações não-governamentais, se diverte, cuida da casa e dos filhos, e namora quando se identifica com alguém. “Não me curvo frente aos erros, nem admito sentimentos de pena. Sou feliz assim como sou. Não mudo. Cresço com minhas experiências. Hoje sou um instrumento de inclusão!”, destaca a professora entrevistada desta edição, contando em detalhes o seu processo educacional.

Caleidoscópio: Conte um pouco como foi o seu processo de inclusão educacional. Quais foram os maiores desafios e conquistas?

Francilene: Amo estudar. O processo educacional foi tranqüilo, até adquirir a deficiência física. Sempre estudei em escolas públicas e conclui o magistério. Complicado foi quando decidi voltar aos estudos, pois a minha matricula no ensino médio supletivo foi recusada. Precisei adquirir outros conteúdos para prestar vestibular.. Mas insisti e venci, e logo depois ingressei na faculdade, com algumas barreiras que ao decorrer do curso universitário são superadas a cada dia. Mas muitos outros obstáculos aparecerão pelo caminho até eu terminar o curso. Sei que eles precisam ser sempre ultrapassados.

"Sou feliz assim como sou. Não mudo. Cresço com minhas experiências. Hoje sou um instrumento de inclusão!” - Fracilene


Caleidoscópio: Passou por preconceitos e discriminações?

Francilene: Uma barreira inquebrantável sempre será o preconceito, que ainda existem em relação às pessoas com quaisquer tipos de deficiência no mundo, não só na faculdade. Esse sentimento, muitas vezes, vem da família; e é indiscutível que esse tema ainda seja uma barreira para muita gente. O maior preconceito foi em entender que eu mesma era preconceituosa com as pessoas e não elas comigo.

Caleidoscópio: Sempre quis ser assistente social? Qual a importância dessa profissão em sua vida?

Francilene: Decidi pela profissão, devido ao envolvimento dentro de minha própria comunidade na qual sou líder, e Conselheira de Saúde desde 2001. Sempre trabalhei em prol de melhorias para o bairro onde vivo. Amo a profissão que escolhi, e sei que mercado de trabalho está aberto, pela amplitude em conhecimentos, desafios e competências, que a área possui. Ser assistente social para mim é primeiramente ser cidadã, capaz de garantir direitos ao próximo e a si mesmo. Estou no 4º semestre do curso de Serviço Social da faculdade Unicastelo do campus de Itaquera, zona leste da cidade de São Paulo. Logo que cheguei à faculdade, foram feitas adaptações para garantir a acessibilidade em quase todos os espaços, e ainda faltam alguns ajustes. Mas hoje me sinto livre para me locomover, pois fizeram rampas e instalaram dois elevadores. Fiquei muito feliz pelas mudanças.

Caleidoscópio: Como avalia a carreira para profissionais com deficiência?

Francilene: O maior desafio dessa profissão é garantir direitos. Atualmente o mercado de trabalho está aberto, mas as pessoas com deficiências precisam se capacitar ainda mais.

Caleidoscópio: Tem colegas de sala com deficiência? Como é a relação com eles? E os professores?

Francilene: Só tive contato com duas pessoas com deficiência: um que usa cadeira de rodas e outra com nanismo. Elas são muito descontraídos, e estão ali para fazer a diferença como eu. Melhorou muito para mim, porque eu me sentia um pouco ‘constrangida’, mas hoje vejo outras pessoas com deficiência pelos corredores, e logo me apresento como estudante veterana. Os professores da faculdade Unicastelo são nota dez, e sabem respeitar e compreender as limitações dos alunos com deficiência.

“Hoje me sinto livre para me locomover na faculdade, pois fizeram rampas e instalaram dois elevadores. Fiquei muito feliz pelas mudanças” - Francilene.


Caleidoscópio: Como está a educação inclusiva no Brasil? O que precisa ser incentivado e o que é necessário mudar?

Em linhas gerais, no Brasil, a educação inclusiva ainda deixa muito a desejar; primeiro porque os professores da rede pública, e mesmo da particular necessitam com urgência de capacitação, oferecida pelos seus próprios órgãos competentes. Os professores precisam também ter dedicação, paciência, consciência, competência; e o mais importante: ter aptidão e envolvimento não só porque a inclusão está na moda, e sim porque é urgentemente necessária em pleno século XXI. Mas ainda há barreiras e resistência desses profissionais. Acredito que só se faz educação se educando, e ela começa em casa. Em relação às escolas e/ou universidades acessíveis na zona leste da cidade de São Paulo, ainda deixam muito a desejar; mas sei que aos poucos os professores se dedicam a ter um olhar inclusivo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

DEFICIENTES INTELECTUAIS - Encarcerar é a solução final?

O artigo do meu amigo Jorge Márcio é um soco no estômago e um alimento para alma humana continuar lutando para se livrar defiitivamente do instinto assassino e EVOLUIR.

Pela transversalidade e transculturalidade dos preconceitos e das crueldades inflingidas a pessoas  com deficiência intelectual (outrora denominados '' deficientes mentais") é que devemos trazer também à tona o que pode ser sua libertação: a afirmação de seus Direitos Humanos.

Leiam o artigo completo no blog:

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Alimentos da alma



“Escrever ficção é a forma covarde de dizer a verdade: real, única e factual”.

Leandra Migotto Certeza - outubro de 2007.


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Fantasias Caleidoscópicas




Beijo doce


pele macia


desejo molhado


entrega



Olhar apaixonado


Tudo tão humano...



Não deveria ser preciso falar ao mundo que a beleza está em ser quem somos


Corpos assimétricos, falas, sentidos e sentimentos diferentes



É só isso...



Mas ainda há um oceano separando a simplicidade do corpo dizendo a que veio


e da naturalidade em se encarar a condição humana da DIVERSIDADE!

 
Leandra Migotto Certeza – maio de 2007.

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Histórias




Tenho que contá-la


Vim pela palavra


e para ela servirei




As palavras são meu ar



Trinta anos se passaram


e eu ainda não tomei coragem de encontrar


a minha alma refletida


nas palavras


nas histórias


nas pessoas...



Como conseguiremos viver em dois mundos?




Leandra Migotto Certeza – junho de 2007.


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Estou de volta


mas não estou ainda




o que me angustia


é saber que tenho medo


de ser tomada pelas palavras


e delas me tornar refém




Por isso, o início será devagar...




Começar pelas crônicas


e me deixar levar




Até o dia em que a dor e a solidão serão tão intensas


como a alegria


e as boas e eternas lembranças




O mais profundo é saber que sei quem sou e há que vim


Tenho consciência que as palavras fazem parte de mim


São mais fortes, são mais intensas


e macarrão meu destino para sempre




AMO viver ao lado delas




Leandra Migotto Certeza – setembro de 2007.


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Tenho duas vidas (ou mais): a prática e a interior




Uso várias máscaras


visto várias roupas




Tudo para proteger a minha alma


da loucura que é viver UMA




Leandra Migotto Certeza – 05/02/09


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Gosto das tardes em que me reencontro e me sinto mais perto de mim mesma


Gosto de relembrar muitas vidas que fui para encontrar quem sou


Gosto de estar aqui e ao mesmo tempo não estar


Gosto de sentir o sol brilhar dentro de mim estando bem alto


Gosto de gostar da vida




Leandra Migotto Certeza – 12/05/09


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Quem sou?


mistério doce


forma diferente por ser igual




Humana


calma,


intensa,


densa,


ardente


exatamente como deve ser




Se um dia aparecerei?


Não sei...




Sigo o destino de não saber se existe destino


Vivo cada minuto como se fosse o último porque ele é




Carrego comigo todas as dores e delícias de ser mulher


Imperfeita / perfeita


Por simplesmente ser


Sem medo de existir


Leandra Migotto Certeza – 12/05/09.


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Hoje jogo fora um ser que poderia ter germinado e não foi


o porquê, não sei




Sinto a dor de algo se esvaindo pelas minhas entranhas


quente


vermelho


que incha o meu corpo


mas esvazia a minha alma




Não posso germinar e dar a luz




O motivo não sei e nem me explicaram...


Só apagaram as luzes do meu ventre


e calaram a minha alma




Tenho inveja das barrigas soltas por aí...


e das crianças a chorar e a sorrir




Leandra Migotto Certeza – 12/05/09.


Descrição da imagem: foto do lindo mar de Ilha Comprida, litoral norte de São Paulo, em janeiro de 2011, quando passei férias na casa dos meus sogros.  

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Educar na DIVERSIDADE

Encontrei este lindo blog na internet:

http://educarnadiversidadee.blogspot.com/2010/05/educacao-inclusiva-e-legislacao.html

Leiam e depois digam o que mais gostaram!

Letrinhas ao vento

Que doce emoção... Obrigada querida Cell Miranda por gostar do que escrevi...

http://letrinhasaovento.blogspot.com/2007/04/simples-s-sou-eu-mesma-quando-escrevo.html

Calor humano!

"Doce flor-filha"

É com muita saudade e alegria que compartilho uma reportagem de 2008 sobre um dos dias mais lindos da minha vida!

Foram momentos mágicos ao lado dos nossos amados amigos. Dedico cada palavra e imagem à saudosa e eterna Jéssica, minha doce 'flor-filha'.

"Parque do Jaraguá está preparado para receber pessoas com deficiência"

http://morielmattos.blogspot.com/2008/11/parque-do-jaragu-est-preparado-para.html

Reportagem publicada originalmente na página IV do Poder Executivo do Diário Oficial do Estado de SP do dia 3/10/2008.

A sutileza do preconceito

Olhem como meus artigos estão sendo espalhados por aí, como sementes de esperança nos corações de quem lê...

Quem venham os frutos! Fico tão feliz e realizada quando minhas palavras tocam a alma das pessoas e elas se conscientizam sobre o único significado da VIDA: SOLIDARIEDADE!

http://apnendenovaodessa.blogspot.com/2009/04/sutileza-do-preconceito.htm

A vida é diversa!

É com mais alegria ainda que compartilho com vocês, um artigo que escrevi sobre diversidade.

Que bom que ele foi re-publicado em vários sites...

http://topicosemautismoeinclusao.blogspot.com/2008_04_01_archive.html

Vale a pena ler novamente e comentar!

Projeto Fantasias Caleidoscópicas faz parte de livro do Ministério da Saúde

É com enorme alegria que compartilho com vocês, o livro sobre o "I Seminário Nacional de Saúde: Direitos Sexuais e Reprodutivos e Pessoas com Deficiência" realizado pelo Ministério da Saúde, onde um artigo que escrevi foi publicado:

http://www.unfpa.org.br/Arquivos/seminario_nacional_saude.pdf

Leiam e comentem!

People with Disability



"Personagem da platéia"

A reportagem: "Personagem da platéia - A opinião do público no festival", escrita pela jornalista Elisa Andrade Buzzo, sobre o Festival da Cultura foi publicada no site: "Rumos Música" do ITAÚ Cultural: 


O texto da minha companheira de trabalho começa assim: 

Ela foi a ‘‘vítima’’ do repórter Rodrigo Rodrigues por duas vezes. Ela se empolgou no memorável show de encerramento com Paulinho da Viola na primeira semifinal. Sobre rodas, Leandra Migotto Certeza,  jornalista e consultora em inclusão social de 28 anos, dá seus primeiros passos no Festival Cultura. 

Vale muito a pena ler e comentar!

"Por falar em ausência...: as pessoas com deficiência"

Emoção

Quanta honra em ter sido abordada - com tamanha maestria - em uma linda dissertação de mestrado (até rimou...rsrs) da  Universidade Metodista de São Paulo, feita por Elizabete Cristina Costa Render, em 2006.

Foi uma grande surpresa encontrar o texto na internet! Confesso que não me recordo de ter conversado com essa estudante (na época), e fiquei muito feliz com o ótimo resultado de sua pesquisa.

Querida Elizabete: Parabéns! Sou muito grata a você pelo presente eterno... Continuo à sua disposição para outras pesquisas.

Amigos e amigas do "Caleidoscópio": leiam e comentem!

Capítulo: Impedimentos enfrentados pela pessoa com deficiência física:


http://ibict.metodista.br/tedeSimplificado/tde_arquivos/6/TDE-2007-01-25T142209Z-168/Publico/Elizabete%20Cristina%20Costa%20Renders.pdf